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VIDEOLAPAROSCOPIA E VÍDEO-HISTEROSCOPIA

A videolaparoscopia, também chamada apenas de laparoscopia, é um dos procedimentos minimamente invasivos, aqueles que demandam pequenas incisões (cortes). Essa técnica permite um pós-operatório mais confortável e tranquilo, além de diminuir os riscos de infecções por exigir menor tempo de internação.

Oferece redução da dor e recuperação mais rápida.

É inserida uma microcâmera na extremidade do laparoscópio, através das incisões na região do abdômen, junto com o instrumento que realiza o corte para remoção da parte doente, além de uma fonte de luz para observar o interior do organismo.

As cicatrizes geralmente são bem pequenas, medindo em torno de 0,5 a 1,0 cm. Nesse tipo de procedimento, as cavidades abdominal e pélvica podem ser investigadas com a visão aumentada em até 20 vezes.

Geralmente são feitos com três pequenos orifícios na região abdominal eesse procedimento pode ser realizado em pessoas de todas as idades. Nos últimos anos, houve um aumento considerável da indicação do uso da laparoscopia no tratamento de alguns tipos de cirurgia ginecológica, como a histerectomia, por exemplo.

A videolaparoscopia também pode ajudar no diagnóstico e/ou causa de dores pélvicas ou infertilidade.

Assim como a videolaparoscopia, a vídeo-histeroscopia também é uma técnica cirúrgica minimamente invasiva. A diferença é que este procedimento é realizado apenas para tratamento de doenças restritas à parte interna do útero.

É mais indicada para o tratamento de pólipos endometriais, miomas uterinos restritos à parte interna, septos uterinos, sinéquias uterinas e no tratamento de alguns casos de sangramento uterino anormal. Através dela é possível observar a cavidade interna do útero e o canal cervical.

Pode ser realizado dentro do próprio consultório médico e não requer uso de anestesia nem internação. O procedimento é simples e não exige jejum ou qualquer avaliação pré-anestésica. Em alguns casos, principalmente nos miomas submucosos, a vídeo-histeroscopia é realizada no hospital, com a paciente anestesiada, sedação. É internada e operada pela manhã, tendo alta após o almoço.


Com a Laparoscopia é possível:


  • Fazer a investigação da dor pélvica
  • Pesquisar de fatores de infertilidade feminina
  • Pesquisar e tratar endometriose
  • Retirar cisto de ovário com preservação do tecido ovariano normal
  • Tratar obstrução das tubas quando seu interior está normal
  • Auxiliar o tratamento clínico nas infecções pélvicas, diminuindo aderências futuras
  • Retirar a tuba de Falópio
  • Retirar o ovário (ooforectomia)
  • Retirar miomas (miomectomia)
  • Retirar o útero (histerectomia)
  • Fazer reanastomose tubária (salpingoplastia)

Vantagens da laparoscopia:

  • Permite identificar o limite da estrutura doente e normal, sendo possível a cirurgia conservadora, tirando-se apenas a doença, deixando a parte normal do órgão.
  • Menor dor no pós-operatório
  • Retorno precoce às atividades, geralmente entre sete e dez dias
  • Diminuição da incidência de aderências
  • Incisões bem menores que em uma cirurgia comum.